Acaba de ser aprovada na Câmara dos Deputados uma PLC que
proíbe os pais a darem palmadas nos seus filhos. Na exposição de motivos do
citado projeto reside a tese de que “violência gera violência”. Creio que
ninguém dentro dos padrões da razoabilidade seria a favor de quaisquer práticas
violentas contra o próximo, muito menos quando este é um dos “pequeninos” de
Jesus. Todo tipo de violência deve ser coibida incontinente.
Os cristãos sempre foram em defesa da paz. Martin Luther King, Jr, pastor batista, é conhecido pelo seu discurso de ação contundente mas pacífica. Nosso Mestre Jesus nos ensina a darmos a outra face quando formos agredidos. Os cristãos costumam saudar-se uns aos outros com “A paz do Senhor”. Deus é também conhecido como “Jeová Shalom” (o Deus da paz). Portanto, não há como rasgar o tecido que une o seguidor de Jesus aos ternos da paz. Ser evangélico é abominar a violência e tornar-se atalaia da paz, paladino em defesa dos homens, causídico dos inocentes, advogado das crianças. A epístola de Tiago chega a afirmar que a verdadeira religião é visitar os órfãos. “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.” (tg. 1:27).Ou seja, uma das principais vocações da fé é cuidar das crianças, principalmente se forem destituídas, devidos às vicissitudes da vida, de consolo e presença paternas. Não há como desvincular a fé ao amor ao próximo e ao zelo para com os de menor maturidade. Caso isso acontece, poderemos ser questionados se estamos vivendo uma religião pura realmente ou se ela não está eivada de nulidades e manchas que atestem sua falsidade. Veja o que Jesus disse sobre os infantes e seu cuidado para com eles: “Mas, qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que creem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar”. (Mateus 18:6)
Os cristãos sempre foram em defesa da paz. Martin Luther King, Jr, pastor batista, é conhecido pelo seu discurso de ação contundente mas pacífica. Nosso Mestre Jesus nos ensina a darmos a outra face quando formos agredidos. Os cristãos costumam saudar-se uns aos outros com “A paz do Senhor”. Deus é também conhecido como “Jeová Shalom” (o Deus da paz). Portanto, não há como rasgar o tecido que une o seguidor de Jesus aos ternos da paz. Ser evangélico é abominar a violência e tornar-se atalaia da paz, paladino em defesa dos homens, causídico dos inocentes, advogado das crianças. A epístola de Tiago chega a afirmar que a verdadeira religião é visitar os órfãos. “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.” (tg. 1:27).Ou seja, uma das principais vocações da fé é cuidar das crianças, principalmente se forem destituídas, devidos às vicissitudes da vida, de consolo e presença paternas. Não há como desvincular a fé ao amor ao próximo e ao zelo para com os de menor maturidade. Caso isso acontece, poderemos ser questionados se estamos vivendo uma religião pura realmente ou se ela não está eivada de nulidades e manchas que atestem sua falsidade. Veja o que Jesus disse sobre os infantes e seu cuidado para com eles: “Mas, qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que creem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar”. (Mateus 18:6)
Não obstante a realidade do que fora até aqui dito, ninguém
pode se imiscuir em relação aos instrumentos educativos familiares e métodos
utilizados pelos pais para disciplinar seus filhos. A Bíblia é rica em orientar
os pais a criarem seus filhos em submissão e obediência, e indica, inclusive, o
uso de correção física para tal.
“Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares
com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua
alma do inferno.
(Provérbios 23:13-14)
“A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da correção a afugentará dela”. (Provérbios 22:15)
“O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga”.
(Provérbios 13:24)
“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe. (Provérbios 29:15)
(Provérbios 23:13-14)
“A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da correção a afugentará dela”. (Provérbios 22:15)
“O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga”.
(Provérbios 13:24)
“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe. (Provérbios 29:15)
É claro que não se está falando aqui em agressões violentas,
como: socos, murros, choques, ferimentos, tortura. Tudo isso é diabólico e já
está contemplado com tipos penais apropriados a sua repressão. O que a Palavra
de Deus nos orienta é que em determinadas situações os pais podem utilizar de
maneira moderada e temperada pelo bom senso do castigo físico: as conhecidas
palmadas.
O sacerdote Eli foi alijado do seu ministério porque deixou
de disciplinar seus filhos. Talvez fosse um dos modernos de sua geração,
delegando os cuidados de sua prole a terceiros ou fosse um dos sequazes da “não
disciplina”.
Se o Estado quiser se imiscuir nesta seara da vida dos
cidadãos vai cometer grande erro. Primeiro, porque os cristãos que levam a
Bíblia realmente a sério não se deixarão levar por leis que contrariem as
Escrituras; segundo: ao se sentirem ameaçados, alguns pais, deixarão seus
filhos ao bel prazer de suas vontades, muitas vezes equivocadas, forçando a
educá-los sem meios coercitivos e onde não há algum tipo de coação não há
ordem. Isso é princípio inclusive na política pública. A tese da anarquia nunca
vingou, mas querer Proudhonizar agora as famílias é incorrer em enorme risco à
saúde da sociedade.
Fui criado por pais extremamente zelosos e amorosos. Minha
família é para mim fonte de inspiração. Um lar com um pai completamente
dedicado e uma mãe que praticamente investiu seus dias em nosso favor. Contudo,
não por somente uma vez, fui castigo com palmadas. Muitas vezes, senti as dores
das palmadas paternas, que não objetivava o meu sofrimento, mas minha educação
e correção. Mas coitado de meu pai, se esse Projeto de Lei estranho fosse
aprovado em sua juventude: teria que ir ao psiquiatra e fazer acompanhamento
psicológico e eu teria que ser alvo de estudos e terapia para tirar o meu
trauma. Mas que trauma? Eu não tenho trauma nenhum, mas um imenso, enorme,
soberbo amor por meus queridos pais. Se eles fossem punidos pelo bem que me
fizeram, iria pedir às autoridades que me fizessem estar condenado ao lado
deles para todo sempre, pois sempre foram, debaixo de Deus, e ao lado de esposa
e filho, meus melhores amigos. Obrigado, meu pai, pelas palmadas nas horas
certas.
Aquele que não fazer uso nalgumas situações de castigos
físicos serão envergonhados mais tarde por seus próprios filhos. Sem disciplina
e coerção não há ordem. Talvez, os nossos deputados não se deixarem aperceber
acerca do que estavam votando, quiçá os representantes dos Estados possam se
dar conta da importância do tema e não se deixem levar por sofismas e teses
destituídas de rigor científico defendidas por atores, atrizes e animadores
infantis, que sabem fazer rir, chorar e falar diante do grande público, mas que
não são autoridades em diversas outras áreas.
Vamos fazer uma pesquisa profunda. Vamos ver casos de homens
de bem que receberam palmadas de seus pais, vamos analisar melhor, vamos olhar
para algumas famílias estruturadas e pesquisar, vamos ser rigorosos e não nos
deixar levar por algumas defesas de amadores da pedagogia.
Agora, imagine uma coisa: O estado quer impedir a punição
dos filhos, mas vai punir aqueles que infringirem a lei. Uma incoerência. Que
tal se caminhássemos na mesma direção. Se o pai não pode punir o filho, que tal
o estado não punir os malfeitores? Mas se cometer o “desatino” de dar uma
palmada na minha criança por amor, serei punido. Se punir é errado, abram-se os
presídios, tirem as multas de trânsito, queimem-se os juros, baixem-se as
hipotecas. Mas muitos que lotam os presídios, foram punidos hoje por não terem
sido na infância, ou então foram criados por homens destituídos de sabedoria
que não davam palmada, mas os violentavam.
Oro a Deus para que não seja aprovada essa proposta no
Senado Federal e proponho que se faça a substituição do texto para que fique
claro que palmada e castigos não violentos não são agressões a crianças. Que
Deus auxilie os nossos governantes…

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