MUITOS VÃO À IGREJA
COM A MOTIVAÇÃO ERRADA, ALGUNS VÃO PORQUE CONHECERAM ALGUÉM QUE TEVE A VIDA
FINANCEIRA TRANSFORMADA, OUTROS PORQUE CONHECERAM ALGUÉM QUE RECEBEU UMA CURA DE
UMA ENFERMIDADE, OUTROS VÃO PORQUE SE ENAMOROU POR ALGUÉM, E VAI COM A INTENÇÃO
DE CONQUISTAR A PESSOA E NÃO DE CONHECER OU DE ADORAR A DEUS. ISSO MAIS COMUM
DO QUE PENSAMOS, POIS A GRANDE MAIORIA QUE CHEGA A IGREJA CHEGA COM A INTENÇÃO
DE RESOLVER OU CONSEGUIR ALGO QUE TALVEZ PRA ELE SEJA IMPOSSÍVEL. PORÉM COM O
TEMPO A PESSOA COMEÇA A CONHECER DEUS E ELE PASSA A MUDAR A MOTIVAÇÃO DE IR À
IGREJA. VEJA O QUE O SENHOR DIZ EM (Mateus 6.33)
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e
todas estas coisas vos serão acrescentadas
NÓS VEMOS QUE MUITOS FAZEM A COISA CERTA QUANDO VÃO À
IGREJA, PORÉM COM A MOTIVAÇÃO ERRADA.
A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DEVE SER A DE ADORAR A DEUS ACIMA DE
TODAS AS COISAS.
1. O crente fiel dispensa a vaidade. Além de significar o
que é "vão" ou "aparência ilusória", o termo vaidade,
segundo o dicionário Houaiss, designa a ideia de "valorização que se
atribui à própria aparência". É o desejo intenso de a pessoa ser
reconhecida e admirada pelos outros. Isso é vaidade! E a motivação
verdadeiramente cristã a dispensa. Quando lemos as Sagradas Escrituras
percebemos que "o buscar a glória para si" é algo absolutamente
rechaçado pela Palavra de Deus (Jo 3.30). A Palavra revela que o servo de
Cristo não deve, em hipótese alguma, ser motivado por essa cobiça (Mc 9.30-37).
2. O crente fiel não deseja o primeiro lugar. Ao lançar mão
de uma criança e apresentá-la entre os discípulos, ensinava o Senhor Jesus uma
extraordinária lição: no coração do verdadeiro discípulo deve haver a mesma
inocência e sinceridade de um infante (Mc 9.36). Entre os seguidores do Mestre
não pode haver espaço para disputas, intrigas e contendas. No Reino de Deus,
quem deseja ser o "primeiro" revela-se egoísta, mas quem procura
servir ao próximo é chamado pelo Mestre para ser o primeiro (Mc 10.42-45). Aqui,
se estabelece a diferença entre o vocacionado por Deus e o chamado pelo
homem.
3. O crente fiel não se porta soberbamente. O livro de
Provérbios demonstra com abundantes exemplos e contundentes palavras do que o
ser humano é capaz quando o seu coração é dominado pela soberba e pelo desejo
desenfreado pela fama (Pv 6.16-19; 8.13). Ele "se apressa em fazer
perversidade"; "usa de língua mentirosa"; "semeia contendas
entre irmãos"; e, "com olhos altivos", assiste as consequên-cias
dos seus atos sem pestanejar, arrepender-se ou sensibilizar-se. Isso,
absolutamente, não é a verdadeira motivação do crente fiel! Pelo contrário, a
motivação do discípulo do Meigo Nazareno está em servir ao Senhor com um
coração íntegro e sincero diante de Deus e dos homens (Jo 13.34,35).
A verdadeira motivação cristã dispensa a vaidade, não deseja
o primeiro lugar e não se porta soberbamente.
1. O que é fama. É o conceito (bom ou mau) formado por
determinado grupo em relação a uma pessoa. Para que tal conceito seja formado
em relação a si, é preciso tornar-se o centro das atenções. Lamentavelmente, a
síndrome de "celebridade" chegou aos arraiais evangélicos. Porém, é
preciso refletir: O ser humano, criado por Deus, foi feito para a fama? O
homem, como o centro das atenções, é algo cristão? Uma classe de privilegiados
e outra de meros coadjuvantes é projeto de Deus à sua Igreja? Desenvolver o
poder de influência política e midiática, segundo as categorias desse mundo, é
expandir o reino divino? Uma breve meditação em poucos textos bíblicos seria o
bastante para verificarmos que a resposta a todas essas indagações é
"não" (Jo 3.30; 5.30; 8.50; Rm 12.16; 2 Co 11.30).
2. O problema. O espaço na mídia oferece a ilusão de que
podemos obter sucesso imediato em todas as coisas, gerando em muitos corações,
até mesmo de crentes, uma aspiração narcisista pelo sucesso (2 Tm 3.1-5).
Cuidado! Quando a fama sobe à cabeça, a graça de Deus desaparece do coração!
Buscar desenfreadamente a fama é a maior tragédia na vida do crente. Este, logo
perde a essência da alma e a sua verdadeira identidade cristã. Nessa
perspectiva, o Evangelho declara: "Porque que aproveita ao homem granjear
o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?" (Lc 9.25).
O ANONIMATO NÃO É SINÔNIMO DE DERROTA
1. A verdadeira sabedoria. O livro de Eclesiastes relata a
história de um pobre homem sábio que livrou a sua cidade das mãos de um rei
opressor (Ec 9.13-18). No entanto, o povo logo o esqueceu. Ele, porém, não deu
importância alguma para isso, pois o que mais queria era livrar, de uma vez por
todas, a sua querida cidade das mãos do tirano. A fama e o desejo de ser
reconhecido passavam longe do seu coração. Afinal, o que caracteriza a
verdadeira sabedoria é o "temor do Senhor" (Pv 1.7).
2. A simplicidade. O maior exemplo de simplicidade e
equilíbrio temos na vida de Jesus de Nazaré. A leitura bíblica em classe
descreve-nos a sábia atitude de Jesus em não deixar-se seduzir pela fama e
retirar-se na hora apropriada. O Nazareno sabia exatamente da sua missão a
cumprir (Jo 5.30). Quando percebeu que a multidão desejava fazer dEle um referencial
de fama, Cristo retirou-se para não comprometer a sua missão (Mc 1.45). O
Mestre é o nosso maior exemplo de simplicidade e equilíbrio no trato com as
multidões. Enquanto estas o procuravam, Ele se refugiava em lugares desérticos
(Mt 14.13; Mc 1.45).
3. O equilíbrio. No mundo contemporâneo, somos pressionados
a sermos sempre os melhores em todas as coisas. O Evangelho, entretanto,
oferece-nos a oportunidade de retirarmos de sobre nós esse fardo mundano (Mt
11.30). Você não precisa viver o estresse de ser quem não é! Você deve
tornar-se o que o Senhor o chamou para ser. Não tente provar nada a ninguém. O
Filho de Deus conhece-nos por dentro e por fora. Ele sabe as nossas intenções,
pensamentos e desejos mais íntimos. Não se transforme num ser que você não é só
para ganhar fama. A ilusão midiática não passa disso - é apenas uma ilusão!
Nunca foi a vontade de Jesus que seus filhos se curvassem à fama, ao sucesso, à
riqueza ou ao poder. Façamos o contrário, prostrando-nos aos pés de Cristo e
fazendo do Calvário o nosso verdadeiro esteio. Se há alguma coisa em que
devemos gloriar-nos, que seja na Cruz de Cristo (1 Co 2.2; Gl 6.14).
a fama não pode ser a motivação do crente.
O anonimato não significa derrota alguma para aqueles que estão em Cristo Jesus. O Meigo Nazareno chega a incentivar a prática anônima da vida cristã (Mt 6.1-4). A pureza, a simplicidade e a sinceridade são os valores do Reino de Deus que nem sempre são entendidos pelos incrédulos. Todavia, somos chamados a manifestar esses valores em nossa vida. Portanto, não se preocupe com o anonimato, mas deseje agradar ao Senhor que criou os céus e a terra. Pois estes manifestam a sua existência e provam que Ele esquadrinha as intenções dos nossos pensamentos e corações.
a fama não pode ser a motivação do crente.
O anonimato não significa derrota alguma para aqueles que estão em Cristo Jesus. O Meigo Nazareno chega a incentivar a prática anônima da vida cristã (Mt 6.1-4). A pureza, a simplicidade e a sinceridade são os valores do Reino de Deus que nem sempre são entendidos pelos incrédulos. Todavia, somos chamados a manifestar esses valores em nossa vida. Portanto, não se preocupe com o anonimato, mas deseje agradar ao Senhor que criou os céus e a terra. Pois estes manifestam a sua existência e provam que Ele esquadrinha as intenções dos nossos pensamentos e corações.

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