O que confia em Deus
jamais será subvertido pelo desespero; em meio às crises, brotará a esperança.
- Jó afirma que uma
árvore tem mais esperança que um homem: nesse sentido, quando a árvore é
cortada, brota novamente e cresce, mas o homem quando é cortado, para onde vai?
Jó, então, ensina que o homem expira, rende seu espírito e vai para o sheol até
que de lá seja chamado para o julgamento. Seu clamor ao SENHOR era que a morte
o alcançasse, ele tinha esperança de ressurreição (v. 13), ele concluiu que a
morte era a única saída para escapar das agruras da vida, do mar de misérias em
que estava mergulhado, assim, ‘escondido’ no sheol. Jó desejou a morte – parece
não ter mais esperança, e sugere que o SENHOR o deixe morrer e o ressuscite
quando a sua ira se acalmasse. Esse pessimismo de Jó é compreensível, notável é
ver sua esperança brotando (14.14). Ao desejar o túmulo, Jó mostra que cria na
esperança da ressurreição e numa vida futura melhor, ainda que, não seja a
finalidade deste texto fundamentar uma doutrina sobre a ressurreição, ele
mostra que a idéia estava na mente do povo daqueles dias.

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