quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

ESPERANDO CONTRA A ESPERANÇA


O que confia em Deus jamais será subvertido pelo desespero; em meio às crises, brotará a esperança.

- Jó afirma que uma árvore tem mais esperança que um homem: nesse sentido, quando a árvore é cortada, brota novamente e cresce, mas o homem quando é cortado, para onde vai? Jó, então, ensina que o homem expira, rende seu espírito e vai para o sheol até que de lá seja chamado para o julgamento. Seu clamor ao SENHOR era que a morte o alcançasse, ele tinha esperança de ressurreição (v. 13), ele concluiu que a morte era a única saída para escapar das agruras da vida, do mar de misérias em que estava mergulhado, assim, ‘escondido’ no sheol. Jó desejou a morte – parece não ter mais esperança, e sugere que o SENHOR o deixe morrer e o ressuscite quando a sua ira se acalmasse. Esse pessimismo de Jó é compreensível, notável é ver sua esperança brotando (14.14). Ao desejar o túmulo, Jó mostra que cria na esperança da ressurreição e numa vida futura melhor, ainda que, não seja a finalidade deste texto fundamentar uma doutrina sobre a ressurreição, ele mostra que a idéia estava na mente do povo daqueles dias.

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